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Qual é o risco dos deepfakes para as empresas?

As tecnologias de geração de voz, de vídeos e de identidades sintéticas avançam rapidamente. Elas já podem ser usadas para usurpar a identidade de executivos, manipular colaboradores, contornar certos mecanismos de validação ou prejudicar a reputação de uma organização. No entanto, o verdadeiro desafio não se limita mais à capacidade de detectar um deepfake. Consiste também em reduzir a quantidade de informações que poderiam ser usadas para criar um.

Os cibercriminosos e grupos maliciosos exploram frequentemente informações provenientes de múltiplas fontes:

  • dados comprometidos;
  • e-mails interceptados;
  • conversas por voz;
  • mensagens instantâneas;
  • vídeos públicos ou privados;
  • conteúdos compartilhados nas redes sociais;
  • documentos internos;
  • informações acessíveis por meio de sistemas insuficientemente protegidos.

Quanto mais numerosas e detalhadas forem essas informações, mais as tentativas de usurpação se tornam críveis e difíceis de detectar. A redução da superfície de exposição constitui, portanto, um elemento essencial da defesa moderna.

A proteção das infraestruturas, das comunicações, dos acessos e dos ativos informacionais permite não apenas proteger os dados sensíveis da organização, mas também limitar as possibilidades de exploração por atores que buscam construir conteúdos falsos ou identidades falsas.

Na Quantum Beyond, combinamos cibersegurança avançada, resiliência digital, proteção das comunicações, governança dos conhecimentos, gestão de identidades e validação de confiança a fim de ajudar as organizações a reduzir os riscos ligados ao roubo de identidade, às fraudes avançadas e às novas gerações de ameaças alimentadas pela inteligência artificial.

Em um mundo em que se torna cada vez mais difícil distinguir o real do sintético, a proteção dos dados, das comunicações e das identidades torna-se um elemento fundamental da confiança digital.